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DE UM JEITO OU DE OUTRO, TODO MUNDO SE VÊ POR AQUI

A presença de Cid Moreira e Sérgio Chapelin na bancada do Jornal Nacional, na sexta-feira 24 de abril, converteu-se no momento de maior emoção da série de homenagens aos 50 anos da Rede Globo de Televisão. Os âncoras mais icônicos do telejornalismo brasileiro abriram o programa no lugar dos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos, depois conversaram com os titulares e coube a Cid dar o famoso “boa noite do JN”. “Eu tive a honra de inaugurar o JN ao lado do Hilton Gomes, em 1969. E estive aqui nos primeiros 27 anos. Foi um período de construção do jornalismo da Globo”, emocionou-se Cid, que apresentou o noticioso ao lado de Chapelin até 1996.

Uma justíssima homenagem e uma bela forma de unir passado e presente da emissora sobre a qual – bem ou mal – todos falam o tempo todo. A Globo é assistida diariamente pela imensidão de estimados 150 milhões de pessoas, tanto no Brasil quanto no exterior, é a segunda maior emissora de TV comercial do mundo, atrás apenas da americana ABC, e uma das maiores e mais conceituadas produtoras de conteúdo e integra um dos maiores conglomerados de mídia do planeta. Atinge 98% do território nacional e 99,5% da população, em 5.482 municípios. É seguro afirmar que não existe um brasileiro sequer – à exceção de membros de tribos isoladas – que nunca tenha ouvido falar na Globo ou assistido a algum de seus programas.

Matéria na íntegra na revista Press Advertising.


 
Eliziário Goulart Rocha
Editor
eliziario.goulart@gmail.com
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